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Por onde você anda, Leandro Buffoni Roque da Silva?


Sou Leandro Buffoni Roque da Silva e tenho 35 anos. Sou Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Lavras (2007-2010), Mestre (2011- 2014) e Phd (2014 - 2018) em Ciências no departamento de Dermatologia (ênfase em Microbiologia, Imunologia) na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Pós-Doutorado (2018 - 2021) em Microbiologia no Departamento de Microbiologia, pesquisador visitante durante 1 ano no Albert Einstein College of Medicine, Bronx, Nova York - EUA e, atualmente, Pesquisador Pós-doutorando na University of British Columbia, British Columbia, Vancouver, no Canadá.


Sou guaxupeano e filho de André Roque da Silva e Maria Letícia Buffoni Roque são e serão meu maior exemplo de vida. Sempre ensinaram a mim e à minha irmã, a Dra. Alicia Buffoni Roque da Silva, a lutar pelos nossos sonhos, correr atrás das coisas que queremos, mas sempre com honestidade, respeitando e ajudando as outras pessoas ao nosso redor. Meus país nunca mediram esforços para jamais faltar algo para mim e para minha irmã. Meu desejo é sempre dar o melhor de mim e fazer o melhor durante minha carreira profissional para honrar meus pais e deixá-los orgulhosos das minhas conquistas. E, o mais importante, deixá-los saber que eu não teria chegado onde cheguei se não fosse por eles.

Morei em Lavras, São Paulo, Nova Iorque e, atualmente, moro em Vancouver, Canadá. Não me casei e não tenho filhos.


Minha adolescência foi igual a de muitas pessoas da minha idade em Guaxupé, estudando no período da manhã, alguns dias no período da tarde, mas qualquer brecha nos horários e nas provas, corria para o Guaxupé Country Club e passava a tarde toda lá, jogando tênis, vôlei, futebol e nadando. Tênis é o esporte que eu mais joguei e que eu jogo até hoje, ele me trouxe várias amizades e alguns troféus durante os anos.


Estudei a maior parte da adolescência no Colégio Dom Inácio. É difícil falar de um professor em específico que marcou mais, pois acredito que todos foram importantes e deixaram suas marcas, lembranças e amizade até hoje. Tanto que, sempre que encontro com eles em por Guaxupé, é sempre uma alegria e uma honra.


Durante minha formação acadêmica sempre estive envolvido na área de microbiologia, mais especificamente, sempre trabalhando e estudando fungos e micoses. No meu mestrado e doutorado (PhD), tive a oportunidade e felicidade de ser orientado pelo Professor titular da Universidade de São Paulo, Dr. Carlos Pelleschi Taborda e, sobre a orientação dele, desenvolvi e executei projetos visando propostas vacinais para o tratamento da Paracoccidioidomicose (PCM) micose sistêmica, causada pelo fungo paracoccidioides brasiliensis. que acomete, principalmente, o pulmão e gânglios, sobretudo em trabalhadores rurais - pois acredita-se ser o solo o habitat natural do fungo paracoccidioides spp.


Atualmente, como Pós-doutorando pesquisador na University of British Columbia, continuo trabalhando com o fungos e resposta imune, tentando descobrir novos tratamentos para a doença causada pelo fungo cryptococcus neoformans, responsável por causar tipo mais comum de meningite fúngic. A Criptococose é uma das doenças fúngicas invasivas mais prevalentes acometendo, principalmente, a população portadora do vírus HIV/AIDS. Um relatório recente estimou que há cerca de 1 milhão de casos de meningite criptocócica por ano, resultando em aproximadamente 625 mil mortes.


Por todos os lugares por onde passei sempre tive a sorte e a oportunidade de encontrar profissionais, professores, pesquisadores e colegas que hoje em dia são amigos. Tenho certeza que vou levá-los para a vida toda. Tive a oportunidade de conhecer e conviver com pessoas de todo o mundo conhecer e aprender a respeito de suas culturas, costumes e crenças. Isso nos mostra que não importa para onde vamos, para onde mudamos sempre vamos estar aprendendo, adquirindo conhecimentos.


Como mensagem deixo essas frases que estão na minha tese de doutorado. "Eu procuro lembrar a mim mesmo, umas cem vezes por dia, que minha vida privada e profissional depende do trabalho de outras pessoas, vivas e mortas, e que preciso me superar a cada dia para dar aos outros algo próximo do que eu recebi e recebo", (Albert Einstein) . "Cada segundo é tempo para mudar tudo para sempre" (Charles Chaplin).

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