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Imunobiológicos: revolução no tratamento da psoríase

Dra. Natássia Pizani



A psoríase é uma doença de pele comum, de causa autoimune, que afeta de 1 a 2% da população brasileira. Traz um enorme impacto emocional e estético. A doença tem relação com complicações metabólicas, como a obesidade, e maior risco de doença cardiovascular precoce.


O avanço dos estudos dos processos imunológicos envolvidos possibilitou o desenvolvimento de tratamentos cada vez mais direcionados e com resultados mais condizentes com as expectativas dos portadores de tal enfermidade.


A maior transformação ocorreu para os pacientes com doença mais grave e extensa. Os medicamentos chamados de imunobiológicos revolucionaram o cuidado da psoríase. Funcionam bloqueando vias inflamatórias que mantém as lesões, de maneira bastante específica e intensa. São injetáveis, de uso subcutâneo ou endovenoso.


São exemplos: Humira, Cosentyx, Skyrizi, Stelara, etc. Não estão indicados para todas as formas de psoríase nem todo perfil de paciente, mas costumam ter excelentes taxas de resposta.


Já são realidade para muitos pacientes que sofrem de psoríase que apresentam formas graves e/ou ausência de resposta a tratamentos convencionais.


Psoríase é uma doença crônica, não tem cura, mas tem tratamento. É possível, conforme o caso, atingir o controle completo das lesões e restaurar a qualidade de vida.


A autora é Médica formada pela Universidade Federal Fluminense, Especialista em Dermatologia pela Universidade Federal Fluminense, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Conveniada UNIMED

Contato: Rua Cel. Joaquim Costa,215

Telefone: (35) 3551-0414

Guaxupé - MG

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