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Educação Municipal de Guaxupé supera a meta para o IDEB pela 7ª vez consecutiva


O Ministério da Educação divulgou na manhã desta terça-feira, 15, o resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), criado em 2007 para monitorar o desempenho da educação no Brasil.

Ele reúne, em um só indicador, os resultados de duas dimensões de qualidade da educação: o fluxo escolar e as médias de desempenho nas avaliações. O índice é calculado a partir dos dados sobre aprovação, obtidos no Censo Escolar, e dos resultados do Saeb.


Em se tratando respectivamente do Ensino Municipal, Guaxupé superou a meta estabelecida pela 7ª vez consecutiva.

De acordo com os dados informados, a nota da cidade foi de 6,9 pontos, 0,2 pontos acima da meta estabelecida pelo MEC em 2019 - que era 6,7 pontos para o 5° ano.


No levantamento anterior, ocorrido em 2017, a educação municipal alcançou 7,2 pontos, 0,7 pontos acima da meta - que era 6,5. Para 2021, a meta projetada é de 6,9 pontos.

Resultado Global - Fonte: INEP

Das escolas municipais que superaram a meta neste levantamento, a Escola Delfim Moreira foi a que obteve maior nota - 7,6 - seguida pela Coronel Antonio Costa Monteiro (7,4) e Escola Professor José de Sá (6,7). Vale ressaltar que nenhuma escola municipal teve nota inferior a 6,0 pontos.


IDEB por Escola Municipal - Fonte: INEP

As metas intermediárias do Ideb foram calculadas pelo Inep considerando o estágio de desenvolvimento educacionão em que a unidade considerada (escola, município, estado e país) estava em 2005. Assim, foi proposta uma trajetória para cada unidade, de maneira que, no conjunto, o país alcance a sua meta ao final no referido período.


Como as trajetórias são diferentes para cada unidade, os esforços também são distintos. A construção das metas considera o ajustamento de uma função logística a partir dos parâmetros iniciais observados em 2005 e a convergência dos Idebs de todas as unidades (escolas, municípios e estados) em 2005, vislumbrando a possibilidade de “promoção da equidade” no horizonte da projeção.


Se a meta for superada antes do prazo proposto, permanece a meta de mantê-la no mesmo patamar alcançado. O que se deseja é que as crianças passem de ano e aprendam - daí a importância do acompanhamento longitudinal.


A meta é uma referência e, uma vez superada, deve trazer novos desafios para a comunidade escolar. Diante disso, há algumas indicações de que a superação de metas pode ser mais facilmente alcançada em unidades que possuem Idebs mais baixos.

Desde a quarta edição do Ideb (2011), o Inep estabeleceu uma nova sistemática do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e instituiu que o público-alvo para aplicação das provas seria obtido a partir dos dados fornecidos ao Censo Escolar.


NO BRASIL


O ensino médio brasileiro cresceu 0,4 pontos, subindo de 3,4 para 3,8 pontos. Já em 2019, o indicador alcançou 4,2 pontos, a maior evolução da edição, após quatro anos de estabilidade. O aumento no indicador do ensino médio aconteceu em função da melhora nas taxas de aprovação e nos resultados da avaliação desta etapa de ensino no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).


A etapa conta com 28,8 mil escolas pelo país e a maioria das 7,5 milhões de matrículas se encontra na rede estadual. Apesar do resultado positivo, a meta de 5 pontos prevista para o ano não foi atingida.


Entre as unidades da Federação, os números do ensino médio variaram 1,4 ponto entre os piores e os melhores resultados. Os destaques foram Goiás, único estado a atingir a meta individual, e Espírito Santo. Os dois empataram com as melhores médias do país na etapa: 4,8 pontos. Já Pará e Amapá tiveram os resultados mais baixos, com 3,4 pontos.


Ensino fundamental – Os anos iniciais do ensino fundamental apresentaram leve crescimento no indicador. O Ideb 2019 foi de 5,9 pontos, o que representa um aumento de 0,1 ponto em relação à edição anterior, e segue a tendência de evolução das outras edições, superando a meta prevista de 5,7 pontos. Essa etapa de ensino conta com 15 milhões de alunos e 109 mil escolas.


A rede municipal tem uma participação de 67,6% no total de matrículas dos anos iniciais e concentra 83,7% dos alunos da rede pública. Além disso, 19,2% dos alunos dessa etapa frequentam escolas privadas.


Nove unidades da Federação alcançaram Ideb maior ou igual a 6 nos anos iniciais do ensino fundamental. São Paulo teve o melhor desempenho, com 6,7 pontos, seguido por Distrito Federal, Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais, com 6,5 pontos; Ceará, com 6,4 pontos; Goiás, com 6,2 pontos; Espírito Santo, com 6,1 pontos; e Rio Grande do Sul, com 6 pontos. Já o Pará teve o resultado mais baixo, com 4,9 pontos, mas superou sua meta de 4,7 pontos.


Nos anos finais do ensino fundamental, o aumento foi de 0,2 pontos, com resultado final de 4,9 pontos. Apesar da melhora, o índice ficou abaixo da meta de 5,2 pontos em 2019. Essa etapa de ensino possui 61,8 mil escolas e 11,9 milhões de estudantes no Brasil.

O estado de São Paulo teve o melhor desempenho, com 5,5 pontos, mas não conseguiu atingir a meta individual de 5,9 pontos.


Sete estados conseguiram cumprir seus objetivos: Amazonas, Alagoas, Pernambuco, Piauí, Ceará, Paraná e Goiás. Os resultados mais baixos foram do Amapá, com 4 pontos, e do Pará, do Rio Grande do Norte, de Sergipe e da Bahia, com 4,1 pontos.


Com 4,9 milhões de alunos, a rede estadual tem uma participação de 41,6% no total de matrículas dos anos finais do ensino fundamental, dividindo a responsabilidade do atendimento escolar na rede pública, nessa etapa de ensino, com os municípios. Os alunos que frequentam escolas privadas representam 15,4% do total.


O Ceará foi destaque no percentual de municípios que atingiram a meta do Ideb do ensino fundamental por unidade da Federação: 98,9% nos anos iniciais e 83,7% nos anos finais. Alagoas também teve um bom resultado nos anos iniciais, com alcance de 92,2% dos municípios do estado em relação à meta do índice. Já o Amapá teve apenas 18,8% nos anos iniciais e o Rio de Janeiro, 4,3% nos anos finais.


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