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Dra. Salma Gallate faz esclarecimentos sobre caso positivo para Covid-19 em Guaxupé


A reportagem da REVISTA MÍDIA conversou por telefone com a médica e diretora técnica da Santa Casa de Misericórdia de Guaxupé, Salma Gallate, responsável pela instituição a repassar informações clínicas de assuntos relacionados ao Covid-19 à imprensa.


Ela confirmou que o primeiro caso confirmado na manhã desta sexta-feira, dia 17, é de uma profissional que atua no sistema de saúde do município. "É de se esperar casos com esses profissionais que estão na linha de frente contra a doença", disse.


Perguntada sobre as possíveis condições de contágio dessa paciente, a médica foi enfática ao afirmar que é impossível precisar. "Trata-se de uma transmissão comunitária. Porém, dentro do hospital, desde o início dessa pandemia, é obrigatório o uso de roupas e equipamentos de proteção individual para todos os profissionais que aqui atuam. Essa paciente tem vida fora do hospital também, tem família, tem marido que trabalha, então não podemos dizer exatamente como ocorreu contágio", esclareceu.


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Todos os familiares que tiveram contato com esta paciente encontram-se em isolamento doméstico e monitorados pelas equipes de profissionais da Secretaria de Saúde do município. O estado de saúde dela é bom e estável, apresentando sintomas gripais leves. Ela não teve contato com pessoas de outras cidades, segundo a médica.


Por se tratar de uma profissional da saúde, o exame foi processado como priortário pela Fundação Ezequiel Dias, FUNED. Conforme o governador Romeu Zema comunicou nesta semana, a FUNED colocou em dia as análises pendentes e acelerou o prazo para os resultados de exames laboratoriais para Covid-19. Cerca de 95% das amostras já tiveram o resultado concluído e partir de agora, os materiais que derem entrada na instituição, terão os resultados liberados em até 3 dias e os casos prioritários serão entregues em 48 horas.


A médica Salma Gallate encerrou a entrevista alertando que a identidade dos pacientes deve ser preservada. Este sigilo se trata de uma normativa do Conselho Federal de Medicina (CFM) e deve ser mantido até mesmo depois da morte. O segredo médico pertence ao paciente, sendo o médico seu depositário e guardador.


Desta forma, informações particulares só podem ser mencionadas em casos de dever legal, justa causa ou autorização expressa do paciente. As pessoas que fizerem tal divulgação, seja em qual meio for, sem autorização do paciente, poderão responder judicialmente pelo ato.


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