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Covid-19: estudo preliminar demonstra eficácia da vacina de Oxford


Pesquisadores escoceses realizaram o primeiro estudo sobre a efetividade da vacina produzida pela farmacêutica AstraZeneca, a mesma que a Fiocruz tem parceria, em condições reais, ou seja, mediram o impacto real da vacinação na redução de hospitalizações por Covid-19 em uma população vacinada. No país, 22% da população já foi vacinada com a primeira dose dos imunizantes da AstraZeneca ou da Pfizer até o dia 18 de fevereiro.

Os pesquisadores escoceses analisaram um conjunto de dados cobrindo toda a população escocesa de 5,4 milhões, dos quais 1,3 milhão foram vacinados. Ao comparar os vacinados com os não vacinados, os cientistas viram fortes evidências de proteção.

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Segundo o estudo, ainda em preprint, uma única dose da vacina ChAdOx1, que no Brasil é produzida pela Fiocruz, apresentou efetividade de 94% para hospitalização entre 28 e 34 dias após a vacinação. Para a vacina produzida pela Pfizer, a efetividade ficou em 85% no mesmo período. Os resultados também demonstraram altos índices de efetividade em idosos acima de 80 anos, com um efeito da vacina de 81% na média entre as duas vacinas.


De dezembro até meados de fevereiro, mais de 8 mil pessoas foram internadas com Covid-19 na Escócia. Destas, apenas 58 vieram do grupo vacinado. Os dados confirmam o que já havia sido demonstrado nos estudos clínicos de fase de eficácia da vacina.


Segundo os pesquisadores, a efetividade de ambas as vacinas aumenta com o tempo, até atingir seu melhor patamar entre 28 e 34 dias após a vacinação. Mas ainda não há dados suficientes sobre sua efetividade após esse período em uma população vacinada. Também ainda não há informações sobre os resultados após a segunda dose, uma vez que o Reino Unido está utilizando o intervalo de 12 semanas entre as doses.

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